Astral positivo
Hoje o dia foi difícil, mas amanhã quero que tudo seja FLORES!
Hoje o dia foi difícil, mas amanhã quero que tudo seja FLORES!
Quando a TPM me ataca daquele jeitinho incontrolável, eu me entrego. Faço coisas horríveis, berro, xingo, odeio tudo e todos, e quero matar um, o primeiro que aparecer pela frente. O pior é que eu sei aonde eu vou chegar com tudo isso: exatamente em lugar nenhum. Daí, depois do ataque de violência interna, eu passo o dia de ressaca, arrependida, envergonhada, e esse ciclo vicioso não muda, porque simplesmente é um ciclo vicioso. Não sei o que fazer. E choro.
Esse meu blog deve ser um dos menos acessados do mundo.
Aos 4 anos de idade, o Mustafá e o Hadije continuam vivendo do mesmo jeitinho: sempre alinhados. Quando eles acabam de comer, vou procurar e encontro a dupla assim: simétrica. Vou mostrar em vários posts/fotos.
Sempre que eu acabo de fazer a manicure, borro em algum cantinho de uma unha. Toda vez eu presto a maior atenção pra isso não acontecer, mas não tem jeito. Acontece. Da última vez, foi o dedão do pé. Estava de chinelinho voltando para o meu posto na empresa onde trabalho, resolvi colocar o sapato antes da hora e pimba! Borrei. Ainda bem que a cor Renda , da Risqué, é discreta. E perfeita para o trabalho.
Acordei nesta segunda com uma alergia no rosto muito estranha. Pele áspera e com vermelhidão, bem mais grossa que o normal. Bochechas e queixo atingidos. Chato, e talvez exija uma consulta no dermatologista.
Minha vó não estava nada bem na visita que fiz ontem, na Vivenda Guarujá. Peito chiando, cotovelo machucado, cansaço extremo, parecia dopada, porque só queria dormir. Sim, ela tinha tomado um calmante forte pra dormir na noite anterior porque, segundo a enfermeira, ela tinha tido uma crise de agressividade. Bateu a porta do quarto e acabou machucando o braço. O que devemos fazer com nossas velhinhas em crise de Alzheimer? Céus, que doença!

Foto Márcio Ramos
Eu ia voltar amanhã cedo às aulas de dança do ventre, mas tenho que adiar o programa por uma semana. Sou grata, porque amanhã vou ver a minha vó. Na Vivenda Guarujá. Vamos ver como será. Uma coisa eu garanto: já sinto saudade da Rita e de todas as meninas do Residencial Casablanca, em São Vicente.
Brincar de jogar a bolinha de papel e correr atrás dela me diverte com meus gatos. O Mustafá se joga. Um gato que pedala. Já o Hadije prefere correr atrás de uma fita. Cada gato, uma personalidade. E os dois sempre simetricos!